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Ex-jogador de basquete morreu na sexta (17) aos 68 anos após ataque cardíaco. Mão Santa fez história na seleção, na Itália e no Corinthians e Fla.
A família do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos, afirmou que a despedida foi realizada de forma reservada, apenas entre parentes próximos. Em nota publicada no perfil oficial do ex-atleta, os familiares agradeceram as mensagens de apoio recebidas e pediram respeito e privacidade :
“A família agradece, com carinho, todas as mensagens de apoio, força e solidariedade. A despedida foi realizada de forma discreta, apenas entre parentes próximos. Pedimos respeito e privacidade neste momento. Obrigado pela compreensão.”
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar. O ex-jogador chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um ataque cardíaco, mas não resistiu .
Segundo postagens recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB) .
Na seleção brasileira:
Fez parte do histórico time campeão mundial em 1979, em um ginásio do Ibirapuera lotado
Time comandado por Cláudio Mortari, com nomes como Marcelo Vido e Marquinhos Abdalla
Na Itália (década de 1980):
Atuou na liga europeia, considerada uma das mais prestigiadas do mundo
14 mil pontos anotados
JuveCaserta: oito temporadas, mais de 200 jogos, uma Copa da Itália
Pavia: três anos
Teve camisas aposentadas nas duas equipes italianas
NBA:
Em 1984, foi draftado pelo New Jersey Nets, mas abriu mão da vaga na liga americana para continuar defendendo o Brasil (atletas da NBA não eram autorizados a defender suas seleções)
No Brasil (volta em 1995):
Corinthians: campeão brasileiro em 1996
Flamengo: dois estaduais e se tornou o maior cestinha da história do esporte, superando a marca de 46.725 pontos do ex-NBA Kareem Abdul-Jabbar
Também vestiu as camisas do América do Rio (1982) e do Fórum de Valladolid (Espanha)
Oscar Schmidt fez história no basquete, mas teve um sonho além das quadras: ser presidente da República.
1997: assumiu a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, na prefeitura de Celso Pitta
1998: abandonou o cargo para tentar se eleger senador, mas foi derrotado por Eduardo Suplicy (PT)
Aposentado e fora da política, Oscar passou a ministrar palestras, com mais de mil eventos realizados .