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Segunda fase da Operação Têmis prende seis suspeitos, entre eles cinco advogados, por fraudes judiciais em Ribeirão Preto

Grupo usava dados de pessoas vulneráveis para ajuizar ações sem conhecimento das vítimas. Justiça bloqueou R$ 25 milhões e suspendeu atividades profissionais.

Uma força-tarefa realizada nesta quarta-feira (6) em Ribeirão Preto e Igarapava resultou na prisão de seis pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de fraudes judiciais e financeiras. A ação faz parte da segunda fase da Operação Têmis, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e da Promotoria de Justiça Criminal de Ribeirão Preto, com apoio da Polícia Civil .

Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão em imóveis residenciais, empresas e escritórios profissionais. Um dos investigados foi localizado em Sertãozinho. Durante as diligências, também foram apreendidos quatro veículos e outros materiais que serão analisados no curso das investigações .

Os seis presos foram trazidos para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto .

🎯 Como funcionava o esquema

Segundo as investigações, o grupo teria estruturado um esquema para captar pessoas — principalmente em situação de vulnerabilidade — e utilizar indevidamente seus dados pessoais para ingressar com ações judiciais, muitas vezes sem o conhecimento dos supostos beneficiários .

Práticas identificadas:

  • Ajuizamento de milhares de ações (mais de 10 mil apenas por um dos advogados, em 237 foros distintos)
  • Litigância abusiva em larga escala – ações que poderiam ser resolvidas por vias administrativas (como cancelamento de cartão de crédito) eram levadas à Justiça
  • Uso de empresas de fachada para viabilizar as ações fraudulentas
  • Movimento “Muda Ribeirão” – mutirões que prometiam “limpar o nome” de pessoas endividadas em troca de votos

Tipos de ação: O grupo exigia judicialmente supostas diferenças de expurgos inflacionários decorrentes dos planos econômicos Collor, Verão e Bresser (décadas de 1980/1990) .

⚖️ Medidas da Justiça

A Justiça determinou:

  • Suspensão do exercício profissional dos advogados investigados
  • Interrupção das atividades de empresas ligadas ao esquema
  • Bloqueio de bens e valores – a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 25 milhões em contas bancárias e bens dos investigados
  • Busca e apreensão em residências, empresas e escritórios de advocacia

Os investigados devem responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, fraude processual, lavagem de dinheiro e violação de sigilo de dados .

📊 Prejuízos e escala das fraudes

  • Primeira fase (2018): prejuízo estimado de R$ 100 milhões a instituições bancárias
  • Volume de ações: apenas na Justiça de Ribeirão Preto, os advogados acumulavam 53.390 processos cíveis na ocasião da 1ª fase
  • Bancos lesados: um advogado que representa instituições financeiras afirma que, apenas contra dois bancos, foram pelo menos 2 mil processos contabilizados
  • Custo ao Judiciário: cada processo na Justiça estadual custa aproximadamente R$ 10 mil aos cofres públicos

 

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