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Grupo usava dados de pessoas vulneráveis para ajuizar ações sem conhecimento das vítimas. Justiça bloqueou R$ 25 milhões e suspendeu atividades profissionais.
Uma força-tarefa realizada nesta quarta-feira (6) em Ribeirão Preto e Igarapava resultou na prisão de seis pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de fraudes judiciais e financeiras. A ação faz parte da segunda fase da Operação Têmis, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e da Promotoria de Justiça Criminal de Ribeirão Preto, com apoio da Polícia Civil .
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão em imóveis residenciais, empresas e escritórios profissionais. Um dos investigados foi localizado em Sertãozinho. Durante as diligências, também foram apreendidos quatro veículos e outros materiais que serão analisados no curso das investigações .
Os seis presos foram trazidos para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto .
🎯 Como funcionava o esquema
Segundo as investigações, o grupo teria estruturado um esquema para captar pessoas — principalmente em situação de vulnerabilidade — e utilizar indevidamente seus dados pessoais para ingressar com ações judiciais, muitas vezes sem o conhecimento dos supostos beneficiários .
Práticas identificadas:
Tipos de ação: O grupo exigia judicialmente supostas diferenças de expurgos inflacionários decorrentes dos planos econômicos Collor, Verão e Bresser (décadas de 1980/1990) .
⚖️ Medidas da Justiça
A Justiça determinou:
Os investigados devem responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, fraude processual, lavagem de dinheiro e violação de sigilo de dados .
📊 Prejuízos e escala das fraudes